quinta-feira, 10 de novembro de 2011

FOFOQUEIROS




























Falar da vida alheia é fácil, lá pode-se enxergar e criticar os erros que não se vê em si mesmo.

O fofoqueiro é em geral, um sujeitinho sorrateiro, que ao falar pelas costas, nunca pensa que o alvo de sua conversa vá saber do assunto tratado.

Como se a terceira pessoa nunca se tornasse a segunda, “verbalmente” falando.

O fofoqueiro é meio que jornalista: quer sempre o primeiro a dar o furo, a espalhar a notícia, seja ela fato ou boato, ou um amálgama dos dois.

Para a fofoca ter impacto é preciso carregar nas tintas, criar fatos dramáticos, transformar algo banal em um acontecimento espetaculoso.

O fofoqueiro recusa o rótulo de fofoqueiro.

“Só estou comentando!”

“Só estou repassando o que me disseram...”

São coisas que normalmente dizem.

Como todo bom maldoso (que paradoxo!), ele não enxerga maldade em si mesmo.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O NOVO RICO DE SUCESSO



Estes anos 2000 mostraram uma característica bem forte e que tende a crescer nos próximos tempos. Cada vez mais indivíduos endinheirados e entediados com seus negócios resolvem descarregar (ou desperdiçar) dinheiro no mundo do futebol.


O xeque Sulaiman Al-Fahim comprou o Manchester City no início da temporada 2008/09, pouco antes de fechar a janela de transferências. Como cartão de visitas, atravessou a negociação Robinho-Chelsea e trouxe o brasileiro para comandar uma nova era do time. Cerca de 50 milhões de libras na primeira janela.

Naquela época, os Citizens de Manchester eram inofensivos e absolutamente coadjuvantes em nível nacional. Na liga anterior, 14ª colocação. Ao final da 1ª temporada de investimentos, 10ª colocação.

No pacote para a temporada 2009/2010, estavam Sylvinho, Kolo Touré, Patrick Vieira, Barry, Adebayor e o astro Tévez. O então técnico Mark Hughes deu lugar ao italiano Roberto Mancini. 5ª colocação na Premier League 2009/2010.

Para o ano seguinte (2010/2011), novo pacote inflacionado: Kolarov, David Silva, Yaya Touré, Dzeko e Balotelli, mantido o comando do Roberto Mancini. Desta vez, 3ª colocação e vaga na Champions.

E para esse ano? Somente ajustes. Clichy, Nasri e Aguero. Nada que cerca de 70 milhões de libras não possam proporcionar.

E o próximo alvo está declarado: é De Rossi, da Roma. Deverá vir na janela de inverno.

Aliás, vale lembrar o saldo acumulado de gastos em 3 temporadas de investimento: 500 milhões de libras (cerca de 1,1 bilhão de reais).

Para saber se está valendo a pena, vejamos a escalada havida ao longo da Era do Xeque:

2007/2008: 14º

2008/2009: 10º

2009/2010: 5º

2010/2011: 3º

2011/2012: ??

Tudo para passar a revelar jogadores.

Vamos ver onde para esse neo-rico.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

MACONHEIROS NA CADEIA




Enfim, após dias de ocupação da USP por “rebeldes” sem causa, que se dizem estudantes, o local foi liberado para que àqueles que, de fato, querem contribuir para a sociedade, possam estudar.

Sim, porque a grande maioria dos “manifestantes” pouco comparece às salas de aula, mais preocupados em fumar maconha no campus, do que alterar alguma coisa nesse país.

Bem diferente das décadas anteriores, em que estudantes do mesmo local foram fundamentais na luta contra a ditadura, politizados que eram, com a coragem e o ímpeto que inexistem hoje em grande parte da nação.

Hoje a USP, em boa parte, é formada por essa gente imbecilizada, que só pensa em se drogar, ou que simplesmente nada pensa.

Queriam retirar a PM do Campus – que não é santa – sob argumento de que inibiriam manifestações políticas dentro da Faculdade.

Mentirosos.

Que manifestações ?

Há tempo elas deixaram de acontecer.

O que se vê por lá é o triste retrato de nossa juventude, cada vez menos combativa, pensando apenas em levar pequenas vantagens sobre a sociedade.

Qualquer semelhança com os políticos atuais, que comandam nosso Brasil, não é mera coincidência.

VELHINHOS FUTEBOL CLUBE



Nenhum jogador pode ainda ser apontado como o grande nome do Brasileirão. Acho que Romário estava certo ao afirmar que, mesmo aos 41 anos, poderia jogar diante do péssimo nível dos jogadores brasileiros.


Anos depois, vemos que Romário faz discípulos, tendo inúmeros jogadores que são titulares em seus times mesmo com idade avançada.

O SobreFutebol fez uma seleção deles, com idade mínima de 35 anos:

1 – Rogério Ceni (São Paulo – 38 anos)

Haverão discussões sobre qual o goleiro que deverá integrar esta seleção de veteranos. Marcos e Rogério são as principais opções, e se equivalem. São dois ídolos de seus clubes e jogadores representativos em nível nacional. Escolhi o Rogério por ter jogado todos os jogos do campeonato, enquanto Marcos ficou no estaleiro. De qualquer modo, a camisa 1 está bem entregue.

2 – Paulo Baier (Atlético-PR – 37 anos)

Será que Paulo Baier ainda sabe jogar na lateral? Acho que só pra quebrar um galho. O jogador se destacou já tarde, conforme lhe deram liberdade. O importante é que o cara é simplesmente o maior artilheiro da era dos pontos corridos, mesmo não tendo se firmado em nenhum dos maiores clubes do futebol brasileiro.

3 – Índio (Inter – 36 anos)

O zagueiro chegou ao Inter nas mãos de Muricy, em 2005, após 2 boas temporadas no Juventude. 7 anos e milhares de títulos depois, Índio segue idolatrado pela torcida colorada, principalmente por sua artilharia constante nos Gre-Nais. Não é titular absoluto, mas vai bem quando é solicitado.

4 – Ronaldo Angelim (Flamengo – 35 anos)

O zagueiro perambulou desapercebido pelo futebol do Nordeste até se destacar pelo Fortaleza no CB-05. Em seguida, o Flamengo contratou o defensor, titular absoluto no título rubro-negro de 2009. Hoje, é opção de Luxa no banco, mas ainda tem seu valor no clube.

6 – Léo (Santos – 36 anos)

O lateral-esquerdo fez parte da grande época do Santos entre 2002 e 2004. Em seguida, rumou para o Benfica, onde ficou por 5 anos. Voltou em 2009, e faz bom papel desde então. Hoje, tem a confiança de Muricy, mesmo jogando apenas 60 minutos em grande nível.

5 – Gilberto Silva (Grêmio – 35 anos)

A cabeça de área não poderia ter outro dono. Graças à lesão de Emerson, Gilberto Silva foi o volante titular do Brasil na Copa-02, e fez ótimo campeonato, que lhe rendeu a oportunidade de ir ao Arsenal, integrando a melhor fase dos Gunners. De volta ao futebol brasileiro, vai levando no Grêmio.

7 – Marcos Assunção (Palmeiras – 35 anos)

Marcos Assunção sempre foi conhecido pela sua bola parada mortal. Depois de um bom começo por estas bandas, fez boa carreira na Europa. Foi então fazer uma hora extra no Qatar, e depois retornou ao Grêmio Barueri, onde fez bom papel. Foi contratado então pelo Palmeiras, onde comanda o meio-campo do Verdão.

8 – Juninho Pernambucano (Vasco – 36 anos)

O meia foi revelado pelo Sport, mas é identificado mesmo com o Vasco, clube no qual conquistou diversos títulos entre 1995 e 2001. Em seguida, foi para o francês Lyon, onde tenha sido talvez o grande responsável pelo lugar de destaque conquistado pelo time no cenário europeu. Após 2 temporadas no Qatar, voltou ao time de coração. Suas qualidades ainda permitem que seja titular, principalmente pela bola parada venenosa

10 – Rivaldo (São Paulo – 39 anos)

O mais notável (e experiente) desta seleção, foi um craque que jogou no mais alto nível do futebol mundial, sendo eleito melhor jogador do mundo de 1999. Tem 2 Copas no currículo (1998 e 2002), e foi o melhor jogador (na minha opinião) em 2002. Depois disso, passeou pelo futebol mundial angariando dinheiro. Incluídos no passeio estão Grécia e Uzbequistão. No começo do ano, resolveu voltar ao Brasil, quando recebeu boa proposta do São Paulo. Rivaldo não pensou 2 vezes, e vem fazendo um ano razoável pelo Tricolor Paulista, apesar das constantes reclamações. Ainda é útil, no banco.

11 – Magno Alves (Atlético-MG – 35 anos)

Magnata surgiu no Fluminense, no fim dos anos 90. Depois de perambular pela Ásia e Oriente Médio, voltou ao futebol brasileiro ano passado, para defender o Ceará. Com o bom desempenho, foi contratado pelo Atlético-MG, onde é constantemente questionado pela torcida.

9 – Júnior (Bahia – 35 anos)

Quem é esse sujeito? O nome dele é Júnior, atacante que viveu toda a sua carreira na Europa. Passou pela Espanha, Bélgica, França, Inglaterra, Dinamarca e Suécia, antes de finalmente jogar em bom nível no Brasil. É na verdade um ótimo jogador, e se tivesse feito sua carreira no país seria muito mais conhecido. De todo modo, assume a 9 desta seleção.

Ficaram de fora outros bons jogadores, como os pentacampeões Ricardinho (Bahia – 35 anos) e Edmílson (Ceará – 35 anos). Esse time iria bem no Brasileiro.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O VELHO E EFICIENTE GENERAL



Alex Ferguson completou 25 anos de Manchester domingo. O pouco do que sei da vida, o escocês nascido em 1941 sabe de Manchester.


Ferguson foi um jogador sem destaque, mas com boa média de gols. Perambulou por clubes pequenos da Escócia sem qualquer feito notável. No fim de carreira, já manifestava sua vocação para ser treinador.

Aposentado como jogador em 1974, assumiu de vez sua nova função no modesto East Stirlingshire. Em seguida, passou pelo não mais importante St. Mirren, antes de chegar ao Aberdeen.

Foi nesse clube que Ferguson se destacou e fez seu primeiro grande trabalho. Ficou no clube de 1978 a 1985. Nesse período, levou o time a conquistas muito significativas, como 3 Campeonatos Escoceses, 4 Ligas da Escócia e os primeiros títulos internacionais do Aberdeen: Recopa Europeia e Supercopa da Europa, ambos em 1983.

Ferguson já mostrava na época a principal característica que carregaria por toda a carreira: a de disciplinador-agregador.

Em 1985, o técnico da seleção escocesa, Jock Stein, morre do coração em partida contra a seleção do País de Gales. Ferguson assume o posto para conduzir a Escócia à Copa de 1986. Depois do torneio, deixa a seleção e Aberdeen e recebe diversas propostas do futebol inglês, incluindo Tottenham e Arsenal, ambas rejeitadas.

No fim de 1986, Ferguson recebe o convite que mudaria sua vida. Na quinta-feira 6 de novembro de 1986, Ferguson aceita o convite e assume o time da metade vermelha de Manchester.

Nos primeiros anos, vacas magras, em campanha que quase ocasionou a demissão de Ferguson. Em 1989, quando o Manchester amargava 7 jogos sem vitória, jornalistas e torcedores já davam como certa a saída do treinador quando o Manchester enfrentou o Nottingham Forest e fez o placar magro (1x0). Aquela vitória mudou o destino dos Red Devils para sempre.

No ano de 1990, veio o primeiro título: a FA Cup. A partir daí, uma penca deles. São 12 títulos ingleses, 5 Copas da Inglaterra, 3 Copas da Liga Inglesa, 2 Champions e 2 Mundiais Interclubes, entre outros.

Na parte tática, o treinador é bastante decidido: seu time atua num imutável 4-4-2 de duas linhas. Ganhando ou perdendo, a tática não muda. Ao invés disso, muda a postura e a posição dos jogadores.

Vamos ao exemplo do veterano Ryan Giggs. Se o Manchester está ganhando, Giggs vai no ataque para coordenar o pessoal. De forma equilibrada, Giggs joga armando pelo lado. Se o Manchester precisa fazer gols, Giggs joga de volante para qualificar a saída de bola. Rooney idem. Vai do ataque para a meia, de acordo com as condições do jogo. Com Cristiano Ronaldo também era assim.

Essa a máxima de Alex Ferguson. Com sua tática estanque e estilo disciplinador, Ferguson levou o Manchester ao mais alto nível do futebol, ganhando títulos de forma recorrente.

Também, pudera. Com 25 anos de casa, Sir Alex Ferguson já deve saber a fórmula da vitória.

domingo, 6 de novembro de 2011

EU NÃO DESISTO DO PALMEIRAS!



Depois de mais uma derrota, agora diante do Figueirense...

Este texto foi uma infeliz tentativa de lembrar os trastes do passado celebrando os bons momentos do presente. Infelizmente isso não aconteceu.


Importante destacar que apenas os perebas são motivos de piada. Nunca a camisa. A camisa é imaculada! Torcemos pela camisa independente de quem a vista. Seja o Evair ou o Junior Tuchê. O jogador é secundário frente a camisa que ele veste e a história que ela representa.

Não sei quantificar o quanto o Palmeiras representa na minha vida.  Talvez se ao invés de acompanhar o Palmeiras eu gastasse esse tempo estudando eu já teria ganho o prêmio Nobel de alguma coisa. Talvez muito ou demais.

Só sei que se o Palmeiras fosse qualquer outra "coisa" que não a camisa, eu já teria largado faz tempo. Se fosse uma mulher? Nem a top model mais gata do mundo valeria tão a pena. Se fosse uma religião? Já teria virado ateu ou feito um pacto com o diabo. Se fosse um amigo? Prefiro ficar solitário. Se fosse dinheiro? Deixa pra lá, fico pobre mesmo. Se fosse um filho? Vai moleque ser gauche na vida que eu desisto.

Uma pena que os dirigentes não entendem a força e o poder que a camisa possui. Do fascínio, admiração e inveja que ela causa. Só sabem do ódio que os outros possuem até porque eles compartilham do mesmo ódio. Uma pena! Ainda bem que a camisa sobreviverá. Imaculada como sempre!

Então que próxima partida continuemos a dizer: "Vai Luan! Domina essa bola direito...Pqp! Honra essa camisa que vale tanto e tantos outros amam!".

sábado, 5 de novembro de 2011

HITLER ERA UM PERVERTIDO?

http://www2.uol.com.br/historiaviva/artigos/hitler_era_um_pervertido_sexual__falso_.html



Hitler era um pervertido sexual. FALSO!

Impotente, homossexual não assumido, pedófilo. Os desvios e frustrações sexuais do Führer influenciaram seu governo, certo? Errado!

por Olivier Tosser

A sexualidade de Hitler sempre alimentou as mais estranhas teorias: já se falou que ela era impotente, homossexual não assumido, pervertido, pedófilo e até monórquido (portador de um único testículo). Em resumo, o Führer seria um completo depravado ou, no mínimo, dono de uma sexualidade quase patológica.
Mas poucos desses rumores encontram sustentação em documentos históricos.

Desde a época da Segunda Guerra Mundial, vários boatos correram sobre a relação que Hitler manteve com Angelika Raubal, ou “Geli”, sua meio-sobrinha que foi encontrada morta em 1931. Supostamente, o tio ciumento teria descoberto que ela se tornara amante de um violinista ou professor de música judeu e, temendo ter suas perversões sexuais reveladas, assassinou a jovem ou levou-a a cometer suicídio em seu apartamento, em Munique.

Na origem dessa teoria está o testemunho de Otto Strasser, cuja credibilidade é bastante questionável: inicialmente próximo a Hitler e militante ativo do nacional-socialismo, Strasser acabou divergindo de algumas das ideias do nazismo para, finalmente, romper com o partido, fundar seu próprio movimento, a Frente Negra, e acabar se exilando da Alemanha. Por causa disso, o Fürher mandou matar o irmão do ex-companheiro na chamada Noite dos Longos Punhais. É muito provável, portanto, que a teoria defendida por Strasser esteja profundamente contaminada pelo rancor que ele nutria por Hitler. E, apesar de vários indícios sugerirem que Geli de fato não tirou a própria vida, nada aponta para qualquer perversão sexual em sua relação com o tio.

O mesmo se pode dizer dos boatos sobre sua impotência ou sobre a deformidade de seus testículos: o médico de família de Hitler, doutor Eduard Bloch, já desmentiu essas teses, afirmando categoricamente que examinou o Führer durante a infância e constatou que ele tinha uma “genitália normal”.

Esses incontáveis rumores que cercam a sexualidade do ditador dão margem para diversas interpretações sobre as atrocidades cometidas durante o Terceiro Reich. Na visão freudiana, a sexualidade perversa seria uma das chaves para entender o Holocausto. Esse tipo de leitura se aplica também ao genocídio de homossexuais, já que Hitler, supostamente um homossexual não assumido, teria sufocado suas pulsões por meio do extermínio de seus semelhantes.

Todas essas explicações foram formuladas a partir de dados sem nenhuma base histórica concreta. No fundo, são crenças que resultam da vontade de nos distanciarmos da “encarnação do mal” representada por Hitler. Ao defender que ele não era sexualmente “normal”, nos afastamos dele, o concebemos como um “outro” muito distante. Ou seja, tentamos negar que o mal do nazismo pode morar dentro de cada um de
nós.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

JUSTIFICANDO O INJUSTIFICÁVEL



Demorou mas ele foi. Após cancelar por diversas vezes o convite para ser entrevistado no Bom Dia ES, o presidente da câmara de Vila Velha, Ivan Carlini(PR), foi entrevistado ou melhor massacrado e ridicularizado, pelo repórter Mario Bonella, que o vereador insistiu em chamar de "Mauro".

Todo mundo sabe das limitações do presidente da câmara, mas o que presenciamos foi uma vergonha. O vereador não tinha argumentos para responder os questionamentos e respondia com perguntas ao entrevistador, querendo tirar o foco do problema em Vila Velha.

O fato é que a câmara de Vila Velha precisa de renovação urgentemente e muitos políticos que sugam o dinheiro público não deveriam se reeleger. Do atual grupo poucos se salvam, dois ou três. É certo que uma andorinha não vai fazer verão, por isso, é fundamental a renovação.

Precisamos de qualidade e não quantidade. Qualquer tipo de aumento nesse momento é totalmente desnecessário, seja da quantidade de vereadores como dos seus (super)salários. Os partidos devem escolher melhor os candidatos e os eleitores votar conscientes.

O fato do presidente da câmara ter sido reeleito por seus colegas levantam algumas questões. Será que a câmara não tinha outras opções para assumir a presidência? Quais as competências de Ivan Carlini que o credenciaram a assumir o comando do legislativo de Vila Velha?

Fica evidente que prefeito Neucimar aprova a gestão de Ivan, se não, poderia muito bem ter articulado mudança na presidência da casa, afinal é importante ter uma câmara totalmente influenciável, para aprovar seu projetos polêmicos, como a alteração do PDU e a liberdade para criar cargos comissionados no que antecede as eleições.

Não é de hoje que critico a relação da Câmara com o atual executivo de Vila Velha, a casa que deveria fiscalizar o executivo e representar o povo canela verde, na verdade serve ao prefeito, e só pensa em benefícios próprios.

O sentimento do povo como o meu é de indignação e tenho certeza que tem muito mais debaixo do tapete. Precisamos fazer uma faxina e colocar toda a sujeira no lixo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A F1 NA ÍNDIA


Vettel, no pódio do circuito de Buddh (Saurabh Das/AP)

fabioseixas.folha.blog.uol.com.br

Numa corrida menos empolgante do que o circuito fazia sonhar, o alemão não teve adversários. Não foi ameaçado em nenhum instante e conseguiu a 21ª vitória da carreira, a 11ª em 17 GPs neste ano. Mais: pela primeira vez, conseguiu um "Grand Chelem". Largou na pole, liderou todas as voltas, cravou a mais rápida e venceu.


Como se não bastasse, conseguiu um recorde que mostra bem o que foi seu domínio neste Mundial: com as 60 voltas lideradas na Índia, Vettel chegou a 711 na temporada.

Numa tacada só, superou Mansell (692 voltas em 1992) e Schumacher (683 em 2004) e se tornou o piloto
que mais voltas liderou em um campeonato em toda a história da categoria. É uma bela medida do que foi este 2011.

Uma meta atingida hoje sem grandes dificuldades. Na largada, com calor e sol na região do circuito de Buddh, Vettel tratou de acelerar e manter a ponta.
Alonso ficou mais preocupado em espremer Button do que em atacar Webber e se deu mal. Perdeu a terceira posição. Embalado, Button passou o australiano logo depois.
Mais pra trás, vários toques, algumas confusões. Barrichello estava numa delas. Após um choque com Maldonado, teve de passar nos boxes para trocar o bico.

O top 10 na primeira volta, Vettel, Button, Webber, Alonso, Massa, Hamilton, Rosberg. Schumacher, Sutil e Bruno.
Na quinta volta, Vettel já tinha 4s2 sobre Button, que tentava se livrar de Webber, na sua cola.
Nos boxes, algo curioso acontecia. Petrov, Pérez e Di Resta, os únicos a largarem com os problemáticos pneus duros, pararam nos boxes logo nas primeiras voltas e colocaram os macios, cumprindo o regulamento. Uma aposta interessante.

Na nona volta, Alguersuari passou Bruno, tirando-o da zona de pontos. Na volta seguinte, foi a vez de Buemi deixar o piloto da Renault para trás.

"Estou sem Kers", informou o brasileiro, pelo rádio.

Virou presa fácil, e só não foi ultrapassado por Maldonado na sequência porque o carro do venezuelano simplesmente apagou quando ele se preparava para o bote.

Então a corrida virou, com o perdão do trocadilho, uma fila indiana. Distâncias estabelecidas lá na frente, ninguém passava ninguém, emoções em baixa.

Nem nos boxes a coisa ficou mais agitada.

Na 16ª volta, Sutil, então o 11º, abriu a primeira rodada de pits. Webber, Alonso, Hamilton e Alguersuari pararam na volta seguinte. Massa entrou na 18ª. Button parou na 19ª e conseguiu voltar à frente do australiano. Vettel visitou os boxes na 20ª e, no retorno, ainda tinha 3s1 sobre o inglês.

Na 24ª volta, enfim, um lance controverso. De novo entre Massa e Hamilton, na luta pela quinta posição.
O inglês tentou fazer uma ultrapassagem por dentro da curva 4, Massa não deixou espaço, os dois se tocaram. No "ao vivo", achei que a culpa fosse do brasileiro. Revendo, mudei de opinião: acho que o inglês se jogou na curva, arriscou demais, usou a Ferrari como anteparo para sua velocidade.

A punição, desta vez, veio para Massa: um drive through. Mas nada disso importa. Nem minha opinião sobre este incidente isolado, aliás.

O que importa é o histórico. E que a FIA precisa, urgentemente, chamar esses dois para uma conversa bem séria.

Se é para alimentarem rixa pessoal, se é para se comportarem como garotos que se pegam na saída da escola, que ambos sejam tratados como tais.

Uma suspensão de um GP para ambos seria uma bela lição. Punição exemplar para ambos, sem entrar no mérito de quem errou mais neste ano ou de quem começou a briguinha. Até porque a rixa deles acontece em carros a mais de 300 km/h.

Que a FIA tome alguma atitude séria antes que alguém se machuque.

Na 34ª volta, o péssimo domingo de Massa chegou ao fim. Detonou a suspensão dianteira esquerda na zebra, de novo, e abandonou o GP.

Erro dele, que passou novamente naquele calombo laranja no limite para a área de escape? Talvez. Mas uma suspensão não pode entortar daquele jeito, por tão pouco. A Ferrari precisa rever se a tal nova asa dianteira não está sobrecarregando o sistema todo ali atrás.

Na 38ª volta, Webber abriu a segunda janela de pits para a turma da ponta. Alonso parou na 40ª, ganhou a terceira posição e tratou de abrir vantagem na volta à pista. Rosberg e Hamilton pararam na 46ª. Na sequência, Button e Vettel entraram. Schumacher só parou na 51ª e ganhou a quinta posição do companheiro.

Pole position e com a vitória garantida, Vettel então usou as últimas voltas para garantir o Grand Chelem.

Como se o melhor tempo conquistado na 59ª volta não prestasse, ele baixou ainda mais a marca na última, a caminho da bandeirada. Abusou.

Button e Alonso fecharam o pódio. Completando o top 10, Webber, Schumacher, Rosberg, Hamilton, Alguersuari, Sutil e Pérez. Bruno, numa estratégia meio estapafúrdia, fazendo o segundo pit no finalzinho, terminou em 12º, imediatamente atrás de Petrov.

Com o resultado, o alemão vai a 374 pontos no Mundial, contra 240 de Button e 227 de Alonso. Webber tem 221 e acho que já está fora da disputa pelo vice. Hamilton tem 202. Massa é o sexto, com 96.

No Mundial de Construtores, a Red Bull foi a 595. A McLaren tem 442. A Ferrari, 323.

Se vencer em Abu Dhabi e Interlagos, Vettel atingirá outro recorde. Igualará as 13 vitórias de Schumacher em 2004.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A ORIGEM DO DIA DE FINADOS



http://historiapensante.blogspot.com/2011/11/origem-do-dia-de-finados.html

Desde o século II, alguns cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a Igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. Também o abade de Cluny, Santo Odilon, em 998 pedia aos monges que orassem pelos mortos. Desde o século XI os Papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII esse dia anual passa a ser comemorado em 2 de novembro, porque 1 de novembro é a Festa de Todos os Santos. A doutrina católica evoca algumas passagens bíblicas para fundamentar sua posição (cf. Tobias 12,12; Jó 1,18-20; Mt 12,32 e II Macabeus 12,43-46), e se apóia em uma prática de quase dois mil anos.

Os Protestantes em geral, afirmam que a doutrina da Igreja Católica, que recomenda a oração pelos falecidos, é desprovida de fundamento bíblico. Segundo eles, a única referência a este tipo de prática estaria em II Macabeus 12,43-46. Porém os protestantes não reconhecem a canonicidade deste livro, por tanto não cultuam esse dia.

No México é comemorada a festa do dia dos mortos, uma festa bem característica da cultura mexicana e que atrai muitos turistas.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A ORIGEM DO DIA DAS BRUXAS



Qual a origem da comemoração do Halloween?

por Cíntia Cristina da Silva


Uma versão ancestral da festa - que por aqui também é conhecida como Dia das Bruxas - provavelmente surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo. Originalmente, o Halloween era um ritual dos celtas, um povo que habitou a Grã-Bretanha e a França entre o ano 2000 e o ano 100 antes da era cristã. Para eles, a noite de 31 de outubro, data da comemoração até hoje, indicava o início do Samhain, uma importante celebração que marcava três fatos: o fim da colheita, o Ano-Novo celta e também o início do inverno, "a estação da escuridão e do frio", um período associado aos mortos. "No Halloween, segundo a mitologia desse povo, era possível entrar em contato com o mundo dos desencarnados", diz a historiadora Clare Downham, da Escola de Estudos Celtas, na Irlanda. Como se pregava que esse contato libertava todo tipo de espírito, as pessoas acreditavam que, durante aquela noite, fantasmas, demônios e fadas ficavam à solta.

Para representar esse caos sobrenatural, os celtas se fantasiavam com peles e cabeças de animais abatidos para o inverno. A crença nos espíritos também despertou outros costumes típicos da festa, como o uso de leite e comida (hoje substituídos por doces) para acalmar os visitantes do além. Outras tradições, porém, foram deixadas de lado, como o hábito de acender fogueiras para espantar os espíritos. Bem depois, no século 9, a festa foi influenciada pela expansão do cristianismo na Grã-Bretanha. Na tentativa de acabar com os festejos pagãos, o papa Gregório III consagrou o dia 1º de novembro para a celebração de Todos os Santos. Surgiu daí a própria palavra halloween, originada de all hallows eve, que em português quer dizer "véspera do dia de Todos os Santos". Finalmente, no século 20, o Halloween juntou ao seu caldeirão de influências a força da cultura dos filmes de terror, que hoje dão o tom da celebração tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos.

NABO QUE VIROU ABÓBORA

O símbolo mais conhecido da festa, a cara assustadora esculpida em abóboras, representa uma antiga lenda celta: Jack, um homem mesquinho condenado a vagar pela eternidade, pediu uma brasa ao capeta e a colocou dentro de um nabo para iluminar seu caminho. Com a imigração irlandesa para os Estados Unidos no século 19, o vegetal foi trocado. Como o nabo era difícil de ser encontrado na América, ele foi substituído pela abóbora acesa com uma vela, que ganhou o nome de Jack da Lanterna

CHAMA RENOVADORA

Na Antiguidade, o fogo era o elemento mais importante do Halloween, que coincidia com o Ano-Novo dos celtas. Na noite da celebração, em 31 de outubro, os druidas, sacerdotes desse povo, acendiam fogueiras para simbolizar a renovação das esperanças para o ano seguinte. No topo das montanhas, o fogo também servia para espantar os espíritos. Algumas festas mantêm tochas até hoje, mas apenas para decoração

CHANTAGEM ANCESTRAL

Segundo a crença celta, o caos reinava na noite do Halloween. Para acalmar os espíritos despertados, era comum deixar leite e comida na porta de casa. A moda pegou nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, onde até hoje as crianças saem fantasiadas para pedir doces — quando não são atendidas, ameaçam pregar um susto, como fariam os espíritos. A senha é a famosa expressão ("travessura ou gostosura"), provavelmente usada pela primeira vez na década de 30

BRUXAS DO BEM

Outra presença inconfundível no Halloween são as bruxas, mulheres de aparência assustadora que usam a magia para fazer o mal. Essa descrição negativa, entretanto, surge só no século 9, com a influência do cristianismo na comemoração. Para os celtas, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam poderes terapêuticos de plantas e ervas. Elas faziam parte da comunidade e podiam participar normalmente das celebrações

MONSTROS HOLLYWOODIANOS

O costume de se fantasiar também surgiu com os celtas, que na época vestiam-se para a festa usando a cabeça e a pele de animais abatidos antes do início do inverno. Atualmente, a fauna monstruosa se modificou bastante, principalmente pela influência das produções de Hollywood. Vampiros, múmias, lobisomens e outros personagens do cinema são presenças garantidas em qualquer Halloween

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

domingo, 30 de outubro de 2011

A TURMA DO AMENDOIM NOS ANOS 60





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Via Comundade Palmeiras no orkut

sábado, 29 de outubro de 2011

PÕE NO MUTE!



No último dia 19, o Blog do Cosme Rimoli (http://esportes.r7.com/blogs/cosme-rimoli) lançou uma provocação aos leitores: que narrador ou comentarista você mais odeia na TV aberta? Ainda não há uma contagem fechada, mas quem lê os comentários percebe que Neto se sobressai.


Nada mais justo. O sujeito é aquilo que podemos chamar de mala sem alça feita de papelão, carregada de pedra em dia de chuva. Seu currículo de bobagens e encrencas é vasto, passando por críticas desnecessárias à jogadores (disse que Cafu nunca jogou nada, para depois cumprimentá-lo como se nada tivesse dito), um passa-moleque em rede nacional (dado por Marcos, procure o vídeo no You Tube), e o vergonhoso episódio de pedir a cabeça de um companheiro de emissora (Benjamin Back, outro mala) à direção da Bandeirantes.

Neto é o típico comentarista que fala sem pensar, grita ao microfone como se todos à volta tivessem tímpanos ultrarresistentes, escorrega no vernáculo com freqüência (e se orgulha disso), interrompe a fala alheia constantemente, como se somente ele tivesse o dom da dizer a verdade, faz previsões absurdas, briga com a imagem que lhe desmente, e ainda é medroso. Em 2007, veio à tona o caso em que Emerson Leão o chamou para a briga no vestiário do Palmeiras (nos anos 80) e o atual comentarista se borrou de medo.

Se companheiro no caso a ser relatado a seguir é José Luiz Datena, excelente repórter de campo, narrador bom (bom com b minúsculo), e apresentador histérico de programas policiais. Datena é um daqueles boquirrotos que pensam ser justiceiros, mas que prezam pela falta de educação: gritam, ameaçam, dizem que vão fazer e acontecer, mas na realidade, não passam de cachorrinhos assustados.

Vamos ao caso: Neto, Datena e Ronaldo se envolveram em uma discussão que passou pela TV e desembocou no twitter. O apresentador acusou Ronaldo de ser puxa-saco da Globo, o que não é de todo mentira. Ronaldo fez beicinho (ele age como uma criança mimada quando é criticado) e desancou a emissora, comparando-a com um nada. Neto, por sua vez, ameaçou dizer o que Ronaldo fez em uma certa noite em Presidente Prudente, de certo mais uma das milhares de noitadas do jogador.

O fato é que todos estão errados: Datena critica Ronaldo por preferir a Globo e as adocicadas perguntas de Mauro Naves, mas se esquece que Andrés Sanches, presidente do Corinthians e amigo pessoal de Neto, o repassa informações em primeira mão em troca de elogios pela emissora; Ronaldo, de fato, tem uma relação mútua de bajulação com a Globo, desde os anos 90; e Neto, fez o papel de chantagista, já que a tal noitada de Ronaldo ocorreu em 2009, e ele só ameaçou abrir a boca para chantagear o jogador.

Além do mais, o jornalismo esportivo da Band é patético, para dizer o mínimo: uma emissora onde trabalham Milton Neves, Renata Fan, Osmar de Oliveira e Luciano do Valle não merecer rótulo de qualidade. E tem merece lembrança o fato que a imprensa, por via de regra, odeia receber críticas.

Só para lembrar, Neto, que chamava Ronaldo de mascarado, só faltou beijar os pés do atacante gorducho quando ele lhe concedeu uma entrevista. Covardia ou falsidade?

Se Rimoli fizer a contabilidade dos votos, de certo Neto se elegeria “em primeiro turno”, deixando ícones odiados como Galvão Bueno no chinelo.

E que a Bandeirantes pare de usar o termo craque ao definir Neto: em seus (curtos) melhores momentos, ele foi no máximo, um excelente jogador, com lampejos de craque. Um exímio batedor de faltas, mas de péssima forma física e conduta duvidosa fora de campo. Portanto, alguém sem autoridade para falar da conduta alheia.

Se Neto e Datena forem tão valentes como dizem ser, que abram a boca, não somente para dizer quanto Ronaldo pesa, como o comentarista andou dizendo. Até porque ele próprio jogou gordo quase toda a carreira.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

MANTENHA DISTÂNCIA DA CAMISINHA


A minha namorada e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar.


Só havia uma coisa que me chateava :

Era a irmã mais nova dela.

A minha futura cunhada tinha 20 aninhos, usava mini-saias com um bumbum durinho e perfeito e grandes decotes com belos e fartos seios...

Tinha a mania de abaixar bem perto de mim, me olhando com seu olhar de atrevida, e tive muitas vezes visões da sua roupa interior.

Um dia convidou-me pra ir ver os convites do meu casamento, que estavam prontos.

Disse-me que em breve eu estaria casado e confessou que ela tinha sentimentos e desejos por mim, que ela não conseguia esquecer e nem queria esquecer !

Disse-me que queria fazer amor comigo somente uma vez, antes de eu me casar.

Eu fiquei em total choque e nem consegui dizer uma palavra !

Ela disse :- Vou lá pra cima, para o meu quarto, se quiseres...

Fiquei atônito.

Estava congelado, enquanto a observava subir as escadas.

Quando ela chegou ao topo da escada, puxou a calcinha e atirou-a pela escada para mim.

Eu fiquei lá por um momento, então virei-me e fui direto à porta da frente.

Abri a porta e saí da casa, indo correndo para o meu carro.

O meu futuro sogro estava lá fora.

Com lágrimas nos olhos, abraçou-me e disse :

- Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno teste... Não podíamos pedir um melhor homem pra nossa filha. Bem-vindo família !

Moral da história : É MELHOR GUARDAR AS CAMISINHAS NO CARRO DO QUE NA CARTEIRA.

LEMBRE-SE DISSO !"



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O QUE PODE MUDAR O PALMEIRAS



http://trivela.uol.com.br/blog/paulo-massini/massini-o-que-podera-mudar-o-palmeiras/

São ideias simples.

Gestão profissional com a criação de algumas superintendências todas ocupados por profissionais avaliados pelo mercado e muito bem remunerados. Podem ou não serem acompanhados por conselheiros indicados pelo Presidente.

Marketing, Planejamento, Financeiro, Futebol profissional e base, e uma espécie de gerente de novos negócios para cuidar de perto das questões da Nova Arena.

Clube Social:

Tranca os conselheiros interessados numa sala escura e joga a chave. Quem pegar administra. Vai ter que dar lucro. Não vai sair nehnum tostão do futebol para o social.

O clube não pode mais ser administrado pelos amadores. Mudança estatutária já.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A FIFA ENGANOU O BRASIL? NÃO, PORQUE A REGRA É CLARA



http://comfelelimao.wordpress.com/2011/10/21/a-fifa-enganou-o-brasil-nao-porque-a-regra-e-clara/

É bem forte o barulho contra as exigências da FIFA para a realização da Copa no Brasil. Estão falando que o governo está abrindo mão da soberania nacional, atropelando direitos conquistados a duras penas… É, talvez estejam mesmo, mas quem se candidatou a sede da Copa-2014 sabia que isso talvez fosse necessário. Se não sabia, deveria saber. Se sabia e não contou ao povo, sinto muito. Agora a bola já está rolando.

A Copa do Mundo FIFA é um evento privado, uma espécie de circo que fica parado em Zurique e, a cada quatro anos, viaja por um mês para fazer uma turnê no país que pagar melhor a ela. Por “pagamento”, entenda-se ATENDER AOS REQUISITOS do famigerado “Caderno de Encargos FIFA” e realizar uma miríade de conchavos políticos que garantam a sua escolha como país-sede.

De 1986 para cá, o circo da FIFA vem ficando cada vez mais sofisticado e cheio de não-me-toques, toalhas de linho branco e garrafas de Möet Chandon a 8ºC no camarim, graças à exacerbação do conceito de futebol-empresa. A Copa é o espetáculo esportivo mais visto e mais caro do mundo, nada pode dar errado (segundo os parâmetros da dona do evento). Não se perca de vista que a dona da Copa é a FIFA, não o país-sede.

Tá, mas e daí?

E daí que a FIFA usa padrões do futebol europeu (Itália, Espanha, Alemanha, Inglaterra – não Grécia, Portugal ou Croácia) para formular seu conceito de “tudo certinho”. Então, ANTES de se meter a fazer Copa do Mundo, o candidato tem de ver como as coisas funcionam por lá, pra ver se AGUENTA a bagaça. Se não aguenta, nem se candidata. E por “aguentar”, entenda-se não ter de rasgar leis ou violar direitos e, claro, não quebrar o país ou enchê-lo de inutilidades (se você não tem dinheiro para desperdiçar com elas).

É absolutamente ingênuo achar que a FIFA vai “se adaptar” ao país-sede, por três razões muito simples:

1) existe UMA FILA de países querendo os jogos, muitos deles submetendo-se a qualquer coisa para tê-los;

2) existe OUTRA FILA de países querendo os jogos e que não precisam mover uma palha para “se adaptar” aos caprichos da entidade, pois os tais caprichos estão plenamente incorporados (os tais países-modelo da FIFA).

3) É a FIFA que aceita o país-sede, não o contrário.

Bem, mas você pode perguntar: “peraí, mas tem coisa que não estava no Caderno de Encargos e que estão exigindo agora, estão rasgando o contrato!”. CLARO que tinha, porque a tal brochura é um documento que deve ser seguido por todos os candidatos, não comportando especificidades do tipo “ingresso de aposentado não pode”, porque isso é uma jabuticaba.

Para a FIFA conseguir sua almejada qualidade HDMax no evento, ela nivela todos os países candidatos “por cima”, e exige de quem quer fazer o evento que suba se estiver embaixo. “Suba”, sempre é bom ressaltar, de acordo com os parâmetros dela, não os da sede. O objetivo da entidade é um só: seja na África do Sul, Inglaterra, Brasil ou Qatar, o cliente deve se sentir da mesma forma e os parceiros devem ter as mesmas regalias, senão o contrato dela fura e ela perde dinheiro.

A história recente mostra que, quando o país não é “modelo-FIFA”, depois que o circo vai embora a coisa fica bem feia: lixo pra todo lado, bosta do elefante branco espalhada pelo terreno e um monte de conta no espeto.

PS.: isso vale também para a Olimpíada, claro.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

HOJE É DIA DE ESTRADA



Desde que saiu a remoção para Vila Velha, não voltei mais à Alfredo Chaves.

Mas, hoje chegou o dia.

Dia de pegar a estrada, dia de rever o pessoal, dia de comer poeira no caminho para São João, dia de enfrentar as sinuosas serras de Matilde.

Dia de ficar off-line.

Dia de abono no Ormanda.

Amanhã eu volto,

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

REPITA: "JO NO SÉ PARLAR CATALÁ"


Del Bosque tem que administrar conflitos internos na Fúria

http://trivela.uol.com.br/coluna/espanha/no-se-parlar-catala

Difícil imaginar uma polêmica mais gratuita. Após Real Madrid x Espanyol, um repórter que cobria o clube barcelonês fez uma pergunta em catalão para José Mourinho. O técnico pediu para responder em espanhol (vulgo castelhano). Tudo tranquilo, até um jornalista estrangeiro fez uma pergunta em inglês e teve resposta em inglês. Indignação entre os catalães. Por que os ingleses recebem resposta em seu idioma e os catalães não?

José Mourinho adora criar picuinha, adora transformar coisas minúsculas em acidentes diplomáticos irreversíveis. Mas, nesse caso, fica a sensação de que a imprensa quis criar um problema que não existia. Com a solidificação de alguns líderes políticos catalães e a crescente rivalidade entre Barcelona e Real Madrid, a Catalunha começa a viver um clima em que abraçar o catalanismo se torna obrigação. Durante décadas, manter a língua catalã era uma maneira de resistir à dominação castelhana e manter a identidade regional. Um processo valioso. Mas, agora, há momentos em que se extrapola. Passa a haver uma exigência de expor isso a todo momento, como se fosse mostrar a força catalã diante do resto do país.

Esse tema já chegou à seleção espanhola. Em uma coletiva, há um ano, a imprensa catalã pediu para Piqué dar uma resposta em catalão. O zagueiro concordou, mas diplomaticamente perguntou se ele próprio se encarregaria de fazer a tradução para o espanhol. Sergio Ramos, que também participava da entrevista, se irritou com a atitude do jornalista e sugeriu ao colega de defesa a traduzir para o andaluz. Nenhum jornalista basco, andaluz, valenciano ou galego fez pergunta na língua de sua região.

Até quem não é catalão já sofreu com isso. Em 2006, quando defendia o Barcelona, Eto’o não entendeu uma pergunta feita em catalão. Foi repreendido pela direção do clube, que disse que providenciaria aulas para o atacante (que aprendeu espanhol quando defendeu o Real Madrid, ainda adolescente). Durante os Jogos Olímpicos de 2008, Rafael Nadal também não compreendeu uma pergunta feita em catalão. Um líder político nacionalista o acusou de não ter consideração com a Catalunha e os jornalistas catalães. Detalhe: o tenista nasceu nas Ilhas Baleares (onde o catalão também é idioma oficial, mas menos difundido que na Catalunha) e só se mudou para Barcelona aos 14 anos. Se Eto’o e Nadal foram morar na Catalunha quando já eram fluentes em espanhol, é cabível que não tenham precisado aprender a língua regional.

A relação dos catalães com a seleção espanhola é dúbia. A maior parte da região torceu pela Fúria na Copa de 2010, mas demonstrar isso poderia levar à discriminação. Por isso, muitos ficaram quietos, ou comemoraram o título com comedimento. Os jogadores catalães da seleção têm de lidar com essas pressões a todo momento. Afirmam e reafirmam o comprometimento com a Espanha, ao mesmo tempo em que afirmam e reafirmam o apego ao catalanismo. Eles preferiam a criação de uma seleção catalã própria, como defende Joan Laporta, ex-presidente do Barça? Dizem que sim para a imprensa catalã, dizem que amam a Espanha para a imprensa madrilenha.

No geral, o grupo de Vicente del Bosque mostra um grande desprendimento, e compreensão de como é preciso agir com inteligência para aproveitar o momento. Os catalães Xavi, Busquets, Fàbregas, Valdés, Piqué e Puyol formam a melhor seleção nacional dos últimos anos quando se juntam a Xabi Alonso (basco), Javi Martínez (navarro), Casillas (castelhano), Iniesta (manchego), Sergio Ramos (andaluz), David Silva (canário) e David Villa (asturiano). E só passando por cima dos atritos Barça x Real criados por Mourinho ou do nacionalismo incitado por parte da imprensa catalã para isso.

Sorte de quem gosta dessa seleção espanhola, espanhol ou não, catalão ou não.

Obs.: o título do texto é “não sei falar catalão” em catalão.



domingo, 23 de outubro de 2011

FAZENDO AS CONTAS...



O Campeonato Brasileiro é disputado por pontos corridos desde 2003, e desde 2006 é disputado por 20 clubes.

Desde então, a melhor campanha de um time rebaixado é a do Coritiba, 45 pontos em 2009.

Por outro lado, a Ponte Preta, 17º colocada em 2006, fez apenas 39 pontos.

Se levarmos em consideração a campnha deste ano até a 30ª rodada, o Atlético Mineiro estaria rebaixado como 30 pontos em 30 jogos, o que projetaria seu rebaixamento com 38 pontos. Só para registro, o time do Cuca ganhou nessa rodada.

O cálculo é simples: com quatro pontos, o Palmeiras não cai.

Então, jogadores, comissão técnica e diretoria, trabalhem para evitar um vexame maior nessa já vexatória temporada.

QUATRO PONTOS APENAS EM SETE JOGOS!

Só isso que a torcida pede para esse ano.

Atlético-MG (fora), Coritiba (casa), Grêmio (fora), Vasco (casa), Bahia (fora), São Paulo (casa) e Corínthians (fora) são os jogos.

E torcedores, se preparem: se antes, o Tirone anunciava reforço de peso para 2012, agora o discurso é do time barato. Baixou o Mustafá no atual presidente. Só para começo de conversa: a ideia seria desencalhar Kléber do estoque trocando-o por Deivid, a estrela do Inacreditável Futebol Clube.

A faxina deveria começar pelo elenco ou a Comissão Técnica. Depois que Scolari agiu como agiu no caso João Vítor, ficou claro que boa parte do elenco quer ver o treinador pelas costas.

Mas, o presidente tem medo da multa pesada, medo de contratar alguém pior que acabe levando o time para um buraco ainda mais profundo...

Também a vinda de um profissional especializado em lidar com elencos seria necessária. Mas, o presidente tem medo de desagradar os aliados políticos que lhes garantiu a vitória nas eleições.

O ambiente político do clube precisa se oxigenar, com eleições diretas para presidente. Mas o presidente e quase todos os dinossauros das alamedas do clube têm medo de perder o poder de barganha de seus conchavos de bastidores.

Medo, medo, medo... eis a palavra que resume a presidência palmeirense.

E medo também tem a torcida. Se há alguma luz no fim do túnel, é uma locomotiva vindo em direção aos palmeirenses...